14/02/2017

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Desconhecido

Crônica da Semana "Uma Lição Grandiosa", lida no programa "A Voz do Povo", pela jornalista Tâmara Figueiredo no dia 13/02/2017.


UMA LIÇÃO GRANDIOSA

Uma professora britânica, criou uma forma inteligente e muito criativa para explicar aos seus alunos sobre as consequências do bullying. Para fazer a demonstração e explicar os efeitos do bullying, ela usou duas maçãs.

As duas maças eram perfeitamente iguais: grandes e vermelhas. Antes de Rose levar as duas maças para a sala de aula, ela jogou uma das maçãs no chão, levemente, para que ficasse machucada por dentro. Seus alunos não sabiam disso.

Chegando na sala de aula, a professora então mostrou às crianças as duas maçãs para que descrevessem a aparência das duas.

A professora segurou a maçã que havia estragado antes e disse que não gostava dela. Ela então pediu que seus alunos xingassem a maçã.

No início as crianças estranharam, mas logo passaram a maçã machucada para os colegas e todos insultaram a maçã, a chamaram de fedida e podre, não sabiam por que a maçã existia e outras coisas mais.

Depois disso, a professora disse que eles deveriam dizer palavras gentis para a outra maçã. Então foi a vez das crianças passarem de mão em mão a outra maçã. Dessa vez, só se ouviu palavras agradáveis sobre a maçã.

No final, a professora pegou as duas maçãs que continuavam iguais por fora e partiu as duas ao meio. A maçã que recebeu vários elogios estava intacta, suculenta e fresquinha em seu interior. Já a outra maçã que foi insultada era o inverso, totalmente ferida, mole e escura por dentro.

Acho que as crianças tiveram uma espécie de iluminação naquele momento. Elas realmente entenderam, o que vimos no interior das maçãs, os machucados, os pedacinhos partidos, era como cada um de nós se sente quando alguém nos maltrata com suas ações ou palavras”.

Elas entenderam que é assim que acontece com as crianças que sofrem bullyng. Por fora elas parecem estar normais, mas por dentro elas sofrem uma grande dor.

Devemos mostrar as crianças que devemos tratar as pessoas como gostaríamos de ser tratados, com respeito acima de tudo, independentemente de sexo, cor, raça ou religião.


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