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Promotor cita vida sexual de autoridades para ilustrar grau de promiscuidade dos ‘grampos

Olhar Direto em 07/11/2019 às 06:43. Lida 338 vezes.

Começou nesta quarta-feira (6) a série de três audiências com objetivo de sentenciar ação contra militares suspeitos na Grampolândia Pantaneira. As sessões de julgamentos são presididas pelo magistrado Marcus Faleiros, titular da Décima Primeira Vara Criminal de Cuiabá, especializada em Justiça Militar.


No processo, são réus os coronéis Zaqueu Barbosa, Evandro Alexandre Ferraz Lesco, Ronelson Jorge de Barros, o tenente-coronel Januário Antônio Batista e o cabo Gerson Luiz Ferreira Corrêa Júnior.

Marcos Faleiros denegou no começo da audiência de hoje sobre pedido do Ministério Público (MPE) para juntada de novos documentos no caso. Caso os documentos fossem admitidos, haveria adiamento das audiências. O pedido para juntada partiu do promotor de Justiça Allan Sidney do Ó Souza.

Estão colaborando de forma unilateral os coronéis Zaqueu Barbosa e Evandro Alexandre Ferraz Lesco e o cabo Gerson Luiz Ferreira Correa Junior. Há expectativa de perdão judicial. O MPE, porém, não concorda.


Em relação ao coronel Zaqueu Barbosa, foi requerida pelo MPE a condenação pelos crimes de falsificação de documento público, falsidade ideológica e realização de operação militar sem ordem superior. Devido à continuidade delitiva da prática dos crimes, fator que ocasiona o aumento da pena, a condenação pode chegar até 23 anos de prisão.

Nas alegações finais do Ministério Público, também foi solicitada a condenação do cabo Gerson Luiz Ferreira Correa Junior por falsificação de documento público e falsidade ideológica, cuja pena pode chegar até 18 anos de prisão, também devido à continuidade delitiva.

Contra o coronel Evandro Alexandre Ferraz Lesco, houve pedido de condenação pelo crime de realização de operação militar sem ordem superior, que prevê de três a cinco anos de reclusão.


Em relação aos acusados coronel Ronelson Jorge de Barros e tenente-coronel Januário Antonio Edwiges Batista, o Ministério Público se posicionou pela absolvição.

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