Sorriso: Professores de escola Municipal divulgam nota de repúdio a Comissão, Sindicato e Secretaria de Educação

Redação em 28/06/2019 às 08:34. Lida 1861 vezes.

Professores da Escola Municipal Aureliano divulgou nota de repúdio a Comissão composta por professores, gestores, sindicato SIMSENS e membros da SEMEC, que propõe alteração na Lei que disciplina eleição de direção em escolas municipais de Sorriso.

Segundo o texto, "os professores, na ânsia da inovação nas gestões, durante estudo das Leis Complementares nas escolas sugeriram que o futuro gestor para se candidatar deveria estar 2 (dois) anos que antecedem a eleição em sala de aula, para assim evitar que sempre as mesmas pessoas se candidatassem, como vem acontecendo há muitos anos", mas está sugestão não teria sido aceita e inserida na nova redação.

A Sorriso FM está buscando ouvir as autoridades citadas e trás todas as informações no programa A Voz do Povo, às 10h.

Lei nota na íntegra.

NOTA DE REPÚDIO

Nós, professores da Escola Municipal Aureliano Pereira da Silva, REPUDIAMOS a atitude arbitrária da Comissão composta por: professores, gestores, sindicato SIMSENS e membros da SEMEC, para a mudança da lei Complementar 162/2012, 164/2012 e 165/2012, por retirarem a alteração votada pelos professores referente ao artigo 7º da Lei Complementar 162/2012.

Os professores, na ânsia da inovação nas gestões, durante estudo das Leis Complementares nas escolas sugeriram que o futuro gestor para se candidatar deveria estar 2 (dois) anos que antecedem a eleição em sala de aula, para assim evitar que sempre as mesmas pessoas se candidatassem, como vem acontecendo há muitos anos.

A mudança no artigo aconteceu da seguinte forma:

Artigo 7º. O período de administração do diretor, coordenador pedagógico e assessor pedagógico corresponde a mandato de 2 (dois) anos, permitida apenas uma única recondução. Após a reeleição, indicado ou eleito, independentemente de cargo ocupado, o professor deverá retornar a atividade docente em sala de aula por um período mínimo de 2 (dois) anos.

Com a votação dos professores acrescentaria ao item desta forma:

“Art. 7º Para quem está há 4 anos ou mais na gestão (independentemente do cargo: diretor, assessor ou coordenador pedagógico) não poderá se candidatar na eleição de 2019.”

Ficando os 2 (dois) anos em sala de aula como critério para nova candidatura.

O item foi votado e aprovado pela maioria dos professores para ir para aprovação na Assembleia.

Nossa indignação e repúdio é que o item foi retirado das alterações com a alegação de ser inconstitucional, porém não teve parecer jurídico com tal alegação.

O que repudiamos poderá ser comprovado nas atas das reuniões da comissão e as cópias das atas com as votações e os resultados das escolas.

A comissão deve acatar a decisão dos professores, já que levou para votação e assim, como representantes das Escolas Municipais primarem pela imparcialidade e a transparência como todo processo democrático deve ser.

Não podemos nos calar diante dessa arbitrariedade e exigimos que o item seja incluso para votação na Assembleia!

SÓ ASSIM TEREMOS UMA GESTÃO DEMOCRÁTICA!!!

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