Sorriso FM 99,1

11/04/2019 16:34
Lida 1103 vezes.

Folha Max

O juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, acolheu uma nova denúncia oriunda da Operação Arca de Noé e determinou o bloqueio de R$ 1,5 milhão dos ex-deputados estaduais José Geraldo Riva e Gilmar Fabris, e dos ex-servidores da Assembleia Legislativa, Ajenor Jácomo Clivati, Guilherme da Costa Garcia e Djan da Luz Clivati. A decisão foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico desta quinta-feira (11).

Em sua decisão, o magistrado acolheu a íntegra da denúncia contra Riva e os ex-servidores. Já no caso de Fabris, Oliveira recebeu apenas o objeto de ressarcimento do valor desviado, rejeitando quaisquer outros pedidos contidos na inicial.

“Recebo a petição inicial em relação ao requerido Gilmar Donizete Fabris em relação ao pedido de ressarcimento ao erário e, no que tange aos demais objetos, extingo processo, com resolução do mérito, face à prescrição art. 23, inciso I, da Lei 8.429/92 e art. 487, inc. II, do CPC/2015”, evidenciou.

O processo tramita sob segredo de Justiça. De acordo com as apurações da reportagem, a ação é referente ao mesmo caso no qual Gilmar Fabris foi condenado por peculato a 6 anos e 8 meses de prisão na esfera criminal e que o tornou inelegível, em julho do ano passado.

Na ocasião, Fabris foi condenado por integrar uma organização criminosa, instalada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que emitiu 123 cheques para pagar fornecedores que prestaram serviços à Casa. Contudo, segundo a denúncia do Ministério Público do Estado (MP), os serviços nunca foram prestados e causaram danos de R$ 1,5 milhão aos cofres do Parlamento.

O caso já possui movimentação no sistema de processos do Tribunal de Justiça desde 2006, porém, somente agora a denúncia foi recebida.

Veja também


Enquete
Se a eleição fosse hoje, em quem você votaria para prefeito (a) de Sorriso?
  • Parcial