Sorriso FM 99,1

11/07/2018 16:27
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Midia News


Um laudo preliminar deu como indeterminada a causa da morte de L.A.N., de 55 anos, suspeito de ter mostrado o pênis para uma criança de 12, na semana passada em Cuiabá. O resultado foi confirmado pela assessoria da Perícia Oficial Técnica (Politec).

As informações são de que o homem morreu a caminho da prisão na noite de quarta-feira (04), dentro de uma viatura do Sistema Penitenciário, em Cuiabá.

O laudo foi emitido para liberação do corpo de L.A.N., no dia da morte.

Primeiramente, o caso vem sendo tratado como mal súbito. No dia da morte, ele havia acabado de passar pela audiência de custódia no Fórum da Capital e ficou determinado que ele fosse encaminhado para a Penitenciária Central do Estado (PCE).

A Polícia Civil informou que, quando L.A.N. chegou na unidade, foi constatado que ele começou a passar mal. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Pronto Socorro, mas não resistiu.

O laudo pericial complementar deverá ficar pronto em no máximo 60 dias. De acordo com a Politec, foi coletado material para exame histopatológico, que vai analisar se a vítima tinha alguma doença preexistente, verificando os órgãos e tecidos do homem.

Família questiona

Conforme disse a irmã da vítima, Marilze Nascimento Guerrise, L.A.N. teria sido espancado até a morte.

“Estou indignada com essa situação. Como a Politec apresenta um laudo desses sendo que eu encontrei meu irmão com o corpo desfigurado, cheio de hematomas, nariz quebrado e tudo mais? É um absurdo!”, declarou.

Marilze disse que, durante a audiência de custódia, ficou determinado que ele fosse levado ao Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), mas ele foi levado para outro local.

A irmã da vítima lembra ainda que só ficou sabendo da morte de L.A.N., após ver uma matéria do MidiaNews na quinta-feira (05).

A prisão

L.A.N. foi preso na noite de terça-feira (3) no Bairro Jardim Comodoro,após a mãe da vítima ter dito que teria um vídeo em que ele foi flagrado no momento do crime.

Consta no boletim de ocorrência, da prisão, que a adolescente disse aos policias que L.A.N., por diversas vezes, ia até a porta da escola onde ela estuda.

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