14/07/2017 09:23

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Olhar Direto

Uma confusão entre um investigador da Polícia Civil e Militares terminou na Delegacia de Várzea Grande, na noite da última quinta-feira (13). O investigador teria tentado impedir a prisão de um familiar, que foi pego com drogas após uma abordagem da Polícia Militar e ainda sacado uma arma dentro da delegacia e ameçado atirar em um cabo.

De acordo com as informações do Boletim de Ocorrências (BO), uma viatura estava em rondas pelo bairro Asa Bela, em Várzea Grande, quando fez a abordagem de um homem, que estava com duas porções de substância análoga a maconha. Durante checagem, ficou constatado que ele possúi dez passagens criminais.

Minutos depois, chegou uma mulher que começou a xingar os policiais que atendiam a ocorrência com as seguintes palavras: "Policiais filhos da puta, vagabundos, meu filho é policial, ele irá matar vocês". Sendo assim, o Militar deu voz de prisão para a mesma por desacato e ameaça. Ela então teria desferido socos, pontapés e um tapa no rosto de um dos soldados, chegando a danificar a lente de seus óculos.

Os policiais então utilizaram força moderada para colocar as algemas nos dois suspeitos. Porém, o marido da mulher e outros quatro populares tentaram obstruir o serviço dos PMs, que conseguiram afastar todos do local. Eles então foram conduzidos para a Central de Flagrantes.

A mãe do investigador estava com uma pequena escoriação no cotovelo, ocasionada no momento em que os policiais tentavam algemá-la. Na delegacia, o policial civil, que é filho da acusada e não estava de serviço, se apresentou e exigiu que as algemas fossem retiradas dela.

Além disto, teria ordenado que os policiais entregassem o celular do seu pai de volta. O investigador ainda teria sacado a arma e ameaçado um cabo da PM, dizendo: "Se tiver que matar eu mato, que eu sou policial civil, eu que mando aqui". Também disse conhecer um dos soldados que atenderam a ocorrência e que saberia onde ele mora.