09/05/2017 10:13

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assessoria

A perspectiva para a finalização da safra de milho em Mato Grosso não é boa, pelo menos no que diz respeito ao preço dos grãos. A maioria dos agricultores entrevistados pelas equipes do Circuito Tecnológico Etapa Milho se mostrou pessimista. “A expectativa é de que os preços baixem. Não vamos ter a remuneração do passado, ainda mais com a safra cheia que está se desenhando”, diz Claudio de Bortoli Vibraleto, agricultor em Campo Verde. Ele foi um dos mais de 200 entrevistados pelas equipes técnicas da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e parceiros durante a expedição que percorreu as quatro regiões do estado de 24 a 28 de abril.

Produtor colocou um pé no freio

A comercialização, por isso, ainda está baixa nesta safra. No último boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), os dados apontavam 43% da safra de milho comercializados. No mesmo período na safra passada, este percentual era de 82%. De acordo com o gestor técnico do Imea, Ângelo Luís Ozelame, o momento é delicado porque o produtor vem de um cenário de bom preço físico e, no mercado a termo, preço relativamente ruim. “Isso fez com que ele não fizesse a comercialização com uma expectativa de que o preço fosse melhorar. Aliado a isso, a situação da última safra colaborou para o ‘pé no freio’, pois houve alta comercialização e baixa produção, com wash out nos contratos”, explica. Ozelame reforça que é essencial que o agricultor saiba o seu custo de produção para comercializar na melhor hora. “Se o preço está dando lucratividade, é importante fazer (a comercialização) de parte da safra para que consiga se proteger de possíveis quedas, como ocorreu no último ano”, afirma.

Ações pontuais para solução de problemas

No Circuito Tecnológico Etapa Milho, é aplicado um questionário para coletar dados qualitativos e quantitativos e uma avaliação de campo para verificar a safra de milho. “Depois disso, há a tabulação, em parceria com o Imea, e estes números retornam para o produtor como informação individual, um relatório com dados gerais do estado e ações pontuais para solução de problemas”, explica a gerente de Pesquisa e Gestão de Propriedades da Aprosoja, Cristiane Sassagima. A tabulação dos dados será feita pelo Imea e finalizada em maio. O Circuito é uma realização da Aprosoja e da Embrapa, com apoio do Imea e patrocínio da UPL e Syngenta

A perspectiva para a finalização da safra de milho em Mato Grosso não é boa, pelo menos no que diz respeito ao preço dos grãos. A maioria dos agricultores entrevistados pelas equipes do Circuito Tecnológico Etapa Milho se mostrou pessimista. “A expectativa é de que os preços baixem. Não vamos ter a remuneração do passado, ainda mais com a safra cheia que está se desenhando”, diz Claudio de Bortoli Vibraleto, agricultor em Campo Verde. Ele foi um dos mais de 200 entrevistados pelas equipes técnicas da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e parceiros durante a expedição que percorreu as quatro regiões do estado de 24 a 28 de abril.

Produtor colocou um pé no freio

A comercialização, por isso, ainda está baixa nesta safra. No último boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), os dados apontavam 43% da safra de milho comercializados. No mesmo período na safra passada, este percentual era de 82%. De acordo com o gestor técnico do Imea, Ângelo Luís Ozelame, o momento é delicado porque o produtor vem de um cenário de bom preço físico e, no mercado a termo, preço relativamente ruim. “Isso fez com que ele não fizesse a comercialização com uma expectativa de que o preço fosse melhorar. Aliado a isso, a situação da última safra colaborou para o ‘pé no freio’, pois houve alta comercialização e baixa produção, com wash out nos contratos”, explica. Ozelame reforça que é essencial que o agricultor saiba o seu custo de produção para comercializar na melhor hora. “Se o preço está dando lucratividade, é importante fazer (a comercialização) de parte da safra para que consiga se proteger de possíveis quedas, como ocorreu no último ano”, afirma.

Ações pontuais para solução de problemas

No Circuito Tecnológico Etapa Milho, é aplicado um questionário para coletar dados qualitativos e quantitativos e uma avaliação de campo para verificar a safra de milho. “Depois disso, há a tabulação, em parceria com o Imea, e estes números retornam para o produtor como informação individual, um relatório com dados gerais do estado e ações pontuais para solução de problemas”, explica a gerente de Pesquisa e Gestão de Propriedades da Aprosoja, Cristiane Sassagima. A tabulação dos dados será feita pelo Imea e finalizada em maio. O Circuito é uma realização da Aprosoja e da Embrapa, com apoio do Imea e patrocínio da UPL e Syngenta